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Nitidez para seus olhos
A luteína é um carotenóide, um pigmento sintetizado pelas plantas que as protege da luz solar. Enquanto carotenóide pertence à família dos antioxidantes, as substâncias protetoras do organismo que evitam o dano dos radicais livres, e só por esse motivo o seu consumo já é recomendado. Para além disso, os investigadores – que já detectaram e isolaram cerca de 600 carotenóides – identificaram 14 no plasma, sendo os mais abundantes a luteína, a zeaxantina, o betacaroteno e o licopeno. Ela existe de forma mais concentrada na mácula do olho, que é o local de confluência dos raios de luz, no centro da retina. A luteína é o antioxidante predominante no olho, protegendo os tecidos da oxidação ao filtrar a luz azul, a luz prejudicial dos raios solares, e ao neutralizar os radicais livres.
Saúde ocular
O olho, devido à sua posição anatômica e à sua função fisiológica específica, está continuamente exposto ao estresse causado pela exposição à luz solar, absorvendo diferentes quantidades de radiação. A lente cristalina é a principal barreira de proteção da luz solar mas torna-se mais grossa com o processo de envelhecimento, por forma a absorver melhor a radiação – o que resulta em cataratas. Os efeitos nocivos do sol respondem ainda por danos na retina conhecidos como retinopatias. Uma das doenças degenerativas da retina – e também a maior causa de cegueira no mundo ocidental - é a Degenerescência Macular relacionada com a Idade, também conhecida como DMI. Afeta a parte central da retina, a mácula, responsável pela visão nítida e focada. Como o nome indica, está relacionada com o envelhecimento sendo mais comum a partir dos 50 anos. Vários estudos referem que o consumo de luteína é inversamente proporcional ao aparecimento de degenerações oculares e de cataratas e aumenta o pigmento macular.
Em Agosto de 2006, o Archives of Ophthalmology publicou as conclusões do grupo de investigadores ligados ao Carotenoids in Age-Related Eye Disease Study (CAREDS) . Este estudo identificou uma associação entre carotenóides e doença ocular, revelando que as mulheres com menos de 75 anos com maior consumo de luteína e zeaxantina apresentam menor risco de desenvolver degeneração macular relacionada com a idade. Recentemente, uma equipa dos Estados Unidos conseguiu reproduzir, em laboratório, a ação da luteína, demonstrando o seu efeito anti-inflamatório. Os resultados foram publicados em Março de 2008 no Molecular Nutrition & Food Research.
A luteína é um carotenóide, um pigmento sintetizado pelas plantas que as protege da luz solar. Enquanto carotenóide pertence à família dos antioxidantes, as substâncias protetoras do organismo que evitam o dano dos radicais livres, e só por esse motivo o seu consumo já é recomendado. Para além disso, os investigadores – que já detectaram e isolaram cerca de 600 carotenóides – identificaram 14 no plasma, sendo os mais abundantes a luteína, a zeaxantina, o betacaroteno e o licopeno. Ela existe de forma mais concentrada na mácula do olho, que é o local de confluência dos raios de luz, no centro da retina. A luteína é o antioxidante predominante no olho, protegendo os tecidos da oxidação ao filtrar a luz azul, a luz prejudicial dos raios solares, e ao neutralizar os radicais livres.
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O olho, devido à sua posição anatômica e à sua função fisiológica específica, está continuamente exposto ao estresse causado pela exposição à luz solar, absorvendo diferentes quantidades de radiação. A lente cristalina é a principal barreira de proteção da luz solar mas torna-se mais grossa com o processo de envelhecimento, por forma a absorver melhor a radiação – o que resulta em cataratas. Os efeitos nocivos do sol respondem ainda por danos na retina conhecidos como retinopatias. Uma das doenças degenerativas da retina – e também a maior causa de cegueira no mundo ocidental - é a Degenerescência Macular relacionada com a Idade, também conhecida como DMI. Afeta a parte central da retina, a mácula, responsável pela visão nítida e focada. Como o nome indica, está relacionada com o envelhecimento sendo mais comum a partir dos 50 anos. Vários estudos referem que o consumo de luteína é inversamente proporcional ao aparecimento de degenerações oculares e de cataratas e aumenta o pigmento macular.
Em Agosto de 2006, o Archives of Ophthalmology publicou as conclusões do grupo de investigadores ligados ao Carotenoids in Age-Related Eye Disease Study (CAREDS) . Este estudo identificou uma associação entre carotenóides e doença ocular, revelando que as mulheres com menos de 75 anos com maior consumo de luteína e zeaxantina apresentam menor risco de desenvolver degeneração macular relacionada com a idade. Recentemente, uma equipa dos Estados Unidos conseguiu reproduzir, em laboratório, a ação da luteína, demonstrando o seu efeito anti-inflamatório. Os resultados foram publicados em Março de 2008 no Molecular Nutrition & Food Research.
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